::numerozero::
cao$ - micro fonia - sur/r&alismo


27.12.03

estética. todas as coisas daí derivam. deus é um fenômeno estético. toda a compreensão de alma é estética. a origem, a célula. tudo ... rimas ... fins ... necessidades. a estética está ligada com a percepção subjetiva e a adequação aos padrões individuais, disso deriva a beleza e da beleza deriva a verdade e a verdade pode ser uma das inúmeras faces de deus - fato que fecharia o ciclo.
o grande lance é a contenção do potencial humano. a estética está por esse fator. dessa forma, sua origem libertária é reprimida de forma a deixar cada vez as pessoas mais pressas a sua finalidade negligenciando a sua origem. a silhueta é escondida. os pelos são raspados. as formas são modificadas - mascaras foram criadas para reprimir. quando utilizadas temporariamente, elas podem assumir um papel excitante devido a tensão que a espera cria, mas as máscaras nunca mais são removidas. depois de postas elas tornam-se objeto de consumo e embalagem atrativa repressora da personalidade.
homens e mulheres expostos numa parede como se fosse mercadoria. remédios tem belas embalagens e não drogam nem curam. livros são escolhidos pela sua capa. a abstração tenta seduzir, mas de que forma ela seduz? se é que ela ainda seduz.
mas essa derivação repressora não se originou no jardim do éden? deus não anda nu? seus anjos não tem espinha na cara e nas nádegas?
imagem e semelhança implica em máscara e repressão - ou não? se deus é a nossa imagem e perfeição por que não nos contentamos em simplesmente ser o que somos e aproveitamos de nossa divindade sem máculas escondidos atrás de máscaras mórbidas e lenços sujos (interrogação).

postado por FELIPE DREHER às 21:18
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26.12.03

postado por FELIPE DREHER às 14:47
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23.12.03

pigmentos de céu verde. vértice. globo - ocular de gato.
bar western, garçons e porteiros cowbois.
fotos do ozzy na parede. comentários maliciosos:
MONSTERS OF ROCK! aerosmith, whitesnake, poison.
putaqueopariu

as portas do banheiro de velho oeste.
show da joey'sdead com o iggypop no baixo.
filha da puta chamando todo mundo de filha da puta
porque alguém chamou a namorada dele de gostosa e ele achou muito legal subir no palco e arrumar uma briga. só que a namorada dele é uma piranha e deu uns beijos na porta do banheiro em um de seus amigos. os mesmos amigos que apartaram a fúria do rapaz encornado. eles devem ter feito uma suruba e comido todo mundo no final da festa - principalmente o cara que tava gritando e xingando todo mundo de filho da puta.

na chuva, entrei na contra-mão de uma pequena rua perto de um shoppingcenter e deixei meus caronas apavorados. fiquei rindo, não dei de cara com a morte, mas se desse seria bem mais engraçado. várias cervejas pela noite. relâmpagos ao longe ou flashbacks de verões passados.

postado por FELIPE DREHER às 19:54
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aforismos natalinos


1.

num cemitério onde um corpo novo 9sem alma, claro!9 acabou de chegar: dEU$ é o verme que consome, o caixão que embala, o cimento que isola, a terra que envolve, o mármore que tampa, o granito que enfeita, o metal das cruzes que encaminham as almas e a ferrugem que as consome, os anjos estáticos que observam, as flores de plástico que homenageiam, as flores mortas que perfumam, as moscas que rondam e incomodam as visitas necrófilas que molham o solo com lágrimas & os coveiros que ganham suas moedas cambaleando.


2.

sarajevo me deixou impressinados pela sua capacidade de abrigar um show da pega e chora na rua augusta em sãopaulo


3.

cristo deitado
cristo adolescente
cristo crucificado
cristo ascendendo
cristo apertando a mão de santaclaus, na outra mão uma coca-cola. no saco de santa um ibm com windows. cristo no céu com seu fotolog


4.

estalagem de hotel. natal alegre depois de vários natais tristes. interior. amor inteiro. presença é importante. estou bem nessa época como não estava desde que eu era uma criança - peguei um nietzsche para ler. para além do bem e do mal em edição portuguesa, nova inspiração e novamente comida japonesa.


5.

"não tenha cautela - cause o caos"

postado por FELIPE DREHER às 19:45
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22.12.03

cólera. love is suicide. fluxo menstrual de consciência. vômito. jazz. milesdavis pegando cinco e assoprando quinze minutos nos pequenos auto-falantes imantados do computador que acomoda os próximos instantes que espero pelo anjo que descerá a escada e beijará minha face vermelha do sol para levar-me de encontro (acidente) cósmico e ácido de viagens de haxixe pelo nordeste na hora do show da naçãozumbi enquanto o vértice celeste trocava sua mortalha preta por um agradável laranja solar e eu bebia laranja com pinga antes que o dois puxasse a frente na data do calendário e o milênio virasse o segundo milênio e eu deixasse de cair dos telhados. não. não sinto saudade. inconsciência é bom, mas agora estou apaixonado. isso pode parecer contraditório, mas não sei explicar. tenho a noção de isso se prolonga pela eternidade de todos os segundos e por todas as mortes e multiplicação de células nas sua cópulas atômicas e fantásticas.
embalo no solo. minha palavras são resultado do som percussivo do teclado. miles leva ao extremo. take five. take more five. levanta meus pés dessa cadeira e joga minha cabeça pra trás. planos são pensamentos. papéis são mídia e suporte. ainda embaraço-me com tua presença - tem certeza que liga pra isso e não sei se gosta.
mas agora que amo, não procuro mais pelo ouro que escorre pelos boeiros que é jogado na sarjeta das ruas poluidas da vida. tento arrumar um show no sarajevo. o bar mais legal de sãopaulo. tem um cinema pequenininho. uma galeria de arte. um bazar com roupas antigas. um sebo. um café. um conservatório. milhares de sofás e salas lounge onde pessoas conversam ao som de mais conversas e mais conversas embalam outras conversas novas que surgem entre o labirinto de um beco que aparece como um prostíbulo ao lado de uma sala de cinema que pertence a um bando numa rua decande do centro da capital paulistana. rua augusta. foda é o preço da cerveja. a partir de hoje só bebo mais vinho e uso drogas de excelente qualidade, mas posso estar mentindo. mais jazz morrendo no computador. vou encontrar-me com o saulo no centro segunda. iremos dar uma banda pelos sebos de lá. acabei de ler a biografia do jimmorrison. assisti ao filme novo do tarantino num vcd pirata - o filme chama-se killbill e as cenas de sangue são ao melhor estilo montyphyton. é uma colagem. fragmento de todos os filmes já feitos. brucelee. essa fragmentação reveste a máscara da pós-modernidade. assisti também, esse no cinema e bem acompanhado pela menina que aparece me beijando no post abaixo, adeuslenin. muito engraçado. microfones aparecem na falha da produção, mas mesmo assim, muito legal. no mais é socar a semana. natal. "não confunda jesus com deus". j e s u s na capa de todas as revistas semanais, nos documentários dos canais de documentário, nas igrejas e até na empty.v. salvem os monges budistas de sua fogueira. mordem o braço e morrem saboreando seu último churrasco. carrascos de si mesmo.

postado por FELIPE DREHER às 14:25
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19.12.03

postado por FELIPE DREHER às 19:08
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18.12.03

drogas. erva de gato. litio. prozac. doações numa megastorepetshop por 30. num shoppingcenter gatos persas a venda em quatro parcelas de 250 reais. tartarugas tristes e imóveis. ferret em redes e recados - não pisem na grama em frente a um ensaio de escola de samba. os bixos devem ficar loucos. sambarem durante a madrugada. bebem. saem pra rua e viram mendigos cheio de sardas e pulgas. acho que estou com pulgas pegas dos gatos do shopping xvillalobosx - brincadeiras ingênuas na noite próspera. o gato cinza brinca com o rato vermelho que esconde alguns tecos de sua euforia no forro da sua roupa.

postado por FELIPE DREHER às 19:26
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as páginas caíram e voaram. portas abertas - janelas escancaradas. livro rasgado. papel convidado pelo vento para a dança e a visão sagrada das crianças sangrando no absurdo. pés e passos, dois corpos de pessoas apaixonadas deitadas olhando para baixo e só enxergam nuvens na barriga do abismo.

postado por FELIPE DREHER às 15:10
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17.12.03

- vc aceita essa façanha?
- não tenho fome. prefiro dinheiro.
- ...
- guardei teu carro.
vem cá e me dá um abraço gelado. podemos nos balançar, aquecer o universo e derreter as calotas polares dos infinitos extremos da eternidade condenada. não importa esse sol. o ar é radioativo também. o útero é uma espécie de núcleo. nossas células fazem de nós sujeitos atômicos - doentios. por isso criamos os flashmobs e os montyphytons. o teatro nô & a mariliagabriela entrevistando o zécelso que libera sua frustração sexual no palco copulando com garrafas de coca-cola sob o céu de neon da grande metrópole que se esconde e esconde seus olhos.

até o dinheiro é plástico. meus olhos de urânio e meus ossos de ferro retorcido e oxidado. fragmentos de jornais recortados para compor uma realidade aproximada. chuto a porta para introduzir o cao$. os fluxos contínuos de consciência não voltam, por isso os exercito. novo ânimo e espectadores ausentes. o teatro absurdo da crueldade ainda é incompreendido. vocês leram vangogh-suicidadopelasociedade ... não.

postado por FELIPE DREHER às 11:09
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coca-cola e jazz num restaurante japonês. garçons mestiços, sushiman índio. arroz tailandês. quadros britânicos. decoração de estilo italiana. velas da bolívia.tapetes árabes. piano francês, músico argentino. cigarros da américa central. esculturas do méxico. atraso carioca. nessa refeição globalizada, a única referência ao japão é a paciência - tudo isso na vilamadalena(sãopaulo) .

postado por FELIPE DREHER às 10:52
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15.12.03

baixei editorial gonçalez -

várias do minhanomoradinhasangrando e dos abobrinhasamaçadas tocando endoidadamente na caixinha de som do lado direito/esquerdo do computador do escritório a direita da biblioteca clássica pintada de verde clara. santas olham espantadas minhas mãos machucadas teclaram no teclado. um anjo lê lá em cima. estou transpirando saudade de quem está sempre por perto da minha alma, principalmente agora que a eternidade de nossos dias se aproximam numa reza bonita e anti-poetica dos cadernos e blocos esquecidos em bancos de praça/onibus passageiros dos dias nublados de luzes t(foscas) entre a fumaça dos cigarros apagados e esquecidos do passado que fumava no degrau da escada da lavanderia antes de qualquer coisa e depois do almoço esperando o momento exato de pegar o instante pelos cabelos e compor melodias melancólicas para as tardes sombrias encontrando e desenterrando letras semsentido que doiam o peito com melodias claras que deixavam o dia mais rodeado de sombras. quero mergulhar novamente nessa incerteza. viver no sub_consciente e aproveitar a sonoridade jazzistica das máquinas repirando fundo a fumaça que deixam seus pulmões e envolvem meu corpo nesse inconforto vulgar mas me satisfaz a ponto de mexer meus membros involutariamente nessa dança frenética. agora, FRASES CURTAS. sujeito. verbo. predicado. escreverei direto. por isso me calo.

postado por FELIPE DREHER às 16:42
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o jornalista não protegeu seu esfincter. ratos procuram por sombra no deserto. algo está dando errado no oriente extremo de algum planeta de outro sistema solar. barbas crescem nos braços & ditadores subjugados clamam por injustiça! teu jornal denuncia. escrúpulos moídos de uniforme escolar não aceitaram a escolha da reportagem de capa. todo revolucionário gostaria de ser o espelho que reflete cheguevara. nós somos parecidos com nossas navalhas de gillette que limpa. cadeira de barbeiro. a madame sangra. minha barba conversa com minha pele enquanto essa escama e cresce. se sangra novamente proponho um absorvente para conter a invasão band-aid($) da minha cara. propaganda nazista. jornalista formado zanzando feito mosca pelas lojas de coisas usadas e parcialmente decadentes. um exemplar em bom estado do "minha luta" do ditador ultrapassado - inspiração guevara - e o anjo de olho negro (diferente daqueles incestos de cartão de natal sentados no colo do papai-noel modelo coca-cola) exclama no valor de 120 moedas com a cara do rei estampada. "para comprar esse livros precisaria apresentar uma ficha criminal nas outras livraria ...", eles dizem. "se fosse vocês não venderia esse livro para um cara como eu, nem com uma atestado de antecedentes falsos feito no scaner de última geração + 3 e as impressoras a raios laser da universidade com carimbo e microchips apontados para as células da alma. estamos tattooados. nossa alma é zen cristã. drogas - exclamação. não se aprende a comunicar-se na faculdade de comunicação. então que sobre o texto enroscado que ninguém goza ler até o fim. quero ex-premer minhas víseras contra a imagem de chehitler no espelho fixo no teto do teu quarto sujo. acho que isso não é quase tudo.

postado por FELIPE DREHER às 16:41
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14.12.03

¿©¿Ä¿Ü¿·¿æ¿e¿¿¿r¿I¿¡¿ú¿i¿¡¿N¿H¿j¿Å¿å¿Ì¿j¿¿¿[¿X¿Å¿·¿æ¿Ë¿B

postado por FELIPE DREHER às 12:42
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12.12.03

sempre pensei no verão como uma estação verde

postado por FELIPE DREHER às 12:23
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11.12.03

- o que vocês pensam sobre elephantes?

postado por FELIPE DREHER às 14:24
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se algum dia me acostumar com a idéia de fotolog farei um com fotografias das sobremesas da dolores. ele vai ser no seguinte endereço:
www.fotolog.net/sobremesasdadolores

postado por FELIPE DREHER às 14:18
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::amanhã ::

- aniversário & formatura da carolteresa

postado por FELIPE DREHER às 14:17
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ontem assisti na televisão aqui em sãopaulo (num canal tipo a guaiba de potroalérgico) um show do hendrix - 18 dias antes de sua morte.

postado por FELIPE DREHER às 14:16
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na prateleira da biblioteca do dr. josérobertomazetto encontrei "daqui ninguém sai vivo" uma biografia do jimmorrison publicado pela editora portuguesa assírio&alvim que pertence a irmã da minha garota - giovanateresamazetto.
daqui ninguém sai vivo começa com uma descrição de um passeio num tobogã guiado pelo jovem jimmy que quase acabou com a morte de 60% de sua família.
a biografia promete ...

postado por FELIPE DREHER às 14:14
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10.12.03

um milhão de coisas faz da gente um ser eterno. será que era isso que o jeffbuckley quis dizer com aquela música?

postado por FELIPE DREHER às 20:45
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uma peregrinação pelas livrarias de sãopaulo
comprei:

- a função do orgasmo - reich
- correspondências de arthurrimbaud
- a laranja mecânica - burges


a idéia - daqui pra diante - é abrir um sebo em portoalegre.

postado por FELIPE DREHER às 20:41
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:: putz ::

tô fazendo tanta coisa que nem dá tempo para atualizar o blog.

postado por FELIPE DREHER às 20:39
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4.12.03

morphine

postado por FELIPE DREHER às 22:01
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daqui a alguns minutos, um churrasco
até o momento - pavement.
amanhã estágio no céu e permanência no paraíso.

postado por FELIPE DREHER às 22:00
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3.12.03

in-verte(N)d(O)
muitossignificad(O)s
per-di(edos) entre abertos 2x1/2 per(nas).
con f(i)us($)ões

postado por FELIPE DREHER às 14:14
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meu pai deu os seguintes discos de presente

1. morphine - thenight
2. chicoscience & naçãozumbi - bestofthebestgold
3. meatpuppets - huevos
4. nealyoung e crazy horse - roadrockVI
5. yolatengo - icanheartheheartbeatingasone
6. pavement - brightenthecorners
7. badenpowell - millenium

postado por FELIPE DREHER às 14:10
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um sorriso só,
falta apenas um dia & meio.

toalha na mochila, yeah!

postado por FELIPE DREHER às 14:05
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leia de baixo para cima

postado por FELIPE DREHER às 14:04
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2.12.03

o lance da sandy é uma piada. meu primo quer(ia) ser ator de filmes pornô e vivia mandando cartas e emails (aqui de casa inclusive) para johnstagliano, até que um dia, o dito cujo mandou um boné autografado |que meu primo usa em ocasiões especiais| e a dica que se ele realmente quer ser ator de filmes pornô ele precisa mandar um fita mostrando seu "desempenho".
comédia.

postado por FELIPE DREHER às 13:08
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postado por FELIPE DREHER às 13:05
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olhos fixos -
finos -
vermelhos -

< - >

--- vazios

postado por FELIPE DREHER às 13:03
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1.12.03

sábado teve show da pega&chora em taquara no início de sua turnê mundial. prestigiando a apresentação três pessoas, quem mais curtiu foi a garçonete que não parava de banguear. tava quente pra caralho, eu tirei a camisa. ela perguntou:
- quer que eu ligue o ventilador?
- não precisa não, a nudez faz parte do espetáculo.
só que não deu tempo de ficar sem camisa. uma bosta. logo arrebentei uma corda da guitarra do rodrigo na música (o bluz) que a gente troca os instrumentos.

postado por FELIPE DREHER às 10:46
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hendrix tá destruindo sua guitarra no som da sala

postado por FELIPE DREHER às 10:42
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::detalhe: não descubro as perguntas::

quanto mais veloz é minha corrida atrás de perguntas, mais respostas eu encontro.

postado por FELIPE DREHER às 10:42
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questionamentos sobre o nada

postado por FELIPE DREHER às 10:38
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quem é essa tal de sandy

postado por FELIPE DREHER às 10:37
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pelo amor de deus
meu deus
o que vem a ser "arte-utilitária"?

postado por FELIPE DREHER às 10:36
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